Se for pra ficar rico na loteria, é melhor aprender a programar direito.

Esses dias eu resolvi conferir um jogo de lotofácil que eu fiz acho que há uns 2 meses atrás. Não custa muito jogar, e vai que dá certo.

Ao começar a conferir o jogo, todos os 11 primeiros números eu acertei, o que me deixou excitado com a idéia de ser o próximo milionário, sendo que é necessário acertar 15 número de 25 possíveis para ganhar o jogo. Não preciso nem dizer, que os próximos números eu errei.
Fiquei com o consolo de ter ganho R$2,00, o que já cobriu a aposta.

Fiquei pensando se existia alguma fórmula matemática, algum algoritmo que pudesse me ajudar a ficar rico. Pesquisei no google, e vi exemplos de pessoas descrevendo alguns algoritmos, usos de data mining e por aí vai. Já que é possível, resolvi testar.
Primeiro baixei do site do govervo os resultados de todos os jogos até hoje, 18/01/2007, da Quina, Mega-Sena e Lotofácil. Depois foi só criar um programinha em VB que escolhesse os números para cada tipo de jogo e que relacionasse o jogo sugerido com todos os resultados do tipo de jogo selecionado. 
O programa escolhe números aleatórios e números aleatórios dentro dos números que mais foram sorteados por tipo de jogo.
Resultado! É praticamente impossível acertar, a não ser que você faça o jogo de 15 números da Mega Sena, que custa a bagatela de R$7.500,00.

Faça você mesmo os testes. Mande um e-mail pra mim, que eu encaminho o aplicativo. Detalhe, ele tem 10Mb(devido as bibliotecas do VB, se você já tem elas instaladas, o arquivo necessário só tem 53Kb).

Com isso, é melhor você achar uma atividade que você goste e invista nisso. E esqueça essa coisa de loteria. Dentro da teoria da conspiração, esses jogos controlados pelo governo devem ser manipulados e só servem para lavagem de dinheiro. Risos.

Bom, pelo menos eu aprendi a usar o RecordSet de uma forma diferente.

 Abraços,

 Márcio Roberto

Diferentes visões de uma mesma paisagem.

Quem já participou de projetos em áreas distantes e isoladas de grandes centros, com certeza já se sentiu imerso no dia-dia das comunidades desses locais.
Quase sempre o processo de mudança que o projeto impacta nas comunidades pode nos passar despercebido, pois não vemos o processo de transformação sob a mesma ótica dessas comunidades. O que vemos é com certeza uma visão destorcida que contempla o processo de desenvolvimento dessas regiões, pois assim nos confortamos em não enxergar o que os moradores dessas regiões estão perdendo, e que é o maior bem que eles possuem, a sua própria história.

Sempre tentei registrar algumas transformações que acompanhei durante os projetos de diversas hidroelétricas que participei, porém nem sempre a lente de minha câmera pessoal refletia o que eu enxergava, e principalmente a história que gostaria de registrar e transmitir.Felizmente, outras pessoas lograram êxito nesses registros e o fizeram de forma profissional e com respeito aos maiores envolvidos. No site paisagem submersa, os autores catalogaram o acervo colhido do processo de transformação a que passou a região do Vale do Jequitinhonha, durante a construção da usina hidroelétrica de Irapé, a qual eu fiz pequenas participações no SDSC junto com outras pessoas da Netdel.

Em minha opinião, um excelente trabalho que deve ser parabenizado e apreciado.

Abraços,

Márcio Roberto

  Eu também estive lá.

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Quem procura acha, Siemens na faixa!

Pessoal,

Procurando um manual achei duas páginas que sempre me perguntaram se existiam, e eu nunca soube responder.

1. Vários vídeos explicativos do STEP7.
http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/21064133

2. Download do STEP7 demo (versão Lite)
http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/22764522

Ambos as páginas estão na área de documentação da Siemens. Espero que possa ajudar as pessoas as desmitificar alguns mitos. Gostei muito do vídeo sobre a integração do STEP7 com as IHM/WinCC.

Não me perguntem as limitações do STEP7 Lite, pois não instalei, mas talvez seja mais seguro “brincar” com essa versão do que as versões do Astalavista ou do Emule.

Abraços,

Márcio Roberto