Nada haver com o tema do blog, porém não deixa de ser um blog pessoal.
NOLLIE FLIP
FLIP
Nada haver com o tema do blog, porém não deixa de ser um blog pessoal.
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Pessoal,
No post do ControlBlog, o Bruno Villas discursa sobre as inovações e o uso da rede ethernet em processo industriais. Muito bom o post, recomendo a leitura.
Não perdendo a oportunidade, eu lancei um comentário (simples) neste post sobre o uso do Profinet e do IEC 61850 (transcrevo o comentário abaixo), porém demostro uma preocupacação que tenho sobre esses novos protocolos e as modificações de acesso a rede que os mesmos impõem. Tais modificações impõem que sejam utilizados equipamentos (leia-se switchs) que suportem as novas funcionalidades.
E o que acontece com o velho e bom switch (gereciado ou não)? E o que dizer ta sua placa NE2000 padrão (forcei a barra)? Será que todos estes equipamentos, ou mesmo o seu controlador ou dispositivo vão operar sem problemas nestas novas redes? O tempo dirá.
Segue o comentário:
“O grande problema do determinismo na rede Ethernet é o CSMA/CD, que utilizando modelos matemáticos obtem-se que uma messagem não seja enviada nunca. Mas veja bem, através de modelos matemáticos, aqueles que bem caóticos.
Os novos protocolos alteram o modo de acesso à rede, de forma a eliminar os gargalos ou colisões que o CSMA/CD pode promover.
Os protocolos PROFINET e o IEC6180 já estão se valendo disso. A idéia do PROFINET é trabalhar na casa dos micros segundos. Já o 61850 trabalha na casa de 1ms à 4ms.
Eu, sinceramente acho que o IEC61850 já é uma realidade, sendo que já existem diversas subestações de energia no Brasil e mundo afora onde os trips/bloqueios são executados via rede ethernet. Nada de cabos convencionais.
O IEC 61850 envia as informacões em broadcast via UDP/IP, criando mensagens GOOSE (Generic Object Oriented Substation Event) que são telegramas especiais para troca de dados urgentes. No caso, os switch´s da rede tem que suportar estes telegramas, pois o enfileiramento de mensagens é realizado pelo switch.
Logo, a rede ethernet deixou de ser “padrão”, e dessa forma é necessário que os switch´s suportem essas novas características.
Será que a Ethernet será tão interoperável como foi no passado, e principalmente, como o usuário final gostaria.
Eu acho que não, mas não dá pra ficar de fora. Estou projetando um sistema em IEC 61850, depois de comissionar este sistema terei uma opinião mais formada.”
Abraços,
Pessoal,
Sinceramente, cada vez que eu começo a falar de WinCC com as pessoas eu acho que elas pensam que estou exagerando ou ficando cego pelo produto.
Não! – Eu respondo. Não estou ficando cego, simplesmente estou sendo ouvido. Eu e milhares de desenvolvedores que sempre querem mais do WinCC. Sendo que a Siemens nos ouve ou se antecipa em relação as nossas necessidades.
Eu podia discursar durante páginas e páginas, porém acho que o product announcement do WinCC 7.0 diz por mil palavras. Vejam
http://www.automation.siemens.com/hmi/html_76/microsites/wincc-v7-overview.htm
Eu não posso deixar de frisar duas coisas:
Object-oriented Engineering:
Se for tão integrado ao Structure Tag quanto eu imagino, e principalmente, se foi melhorado a forma de criar e modificar os structure tags eu acho que outros produtos da Siemens vão ficar com inveja (te cuida PCS 7).
Esse conceito no WinCC Flexible é muito bom, então eu acredito que foi melhorado assim como foi feito no Flexible.
New WinCC Controls:
Eu quero ver se o WinCC 7.0 será um full .NET containner. Se for, meu amigo, tem mais um produto que vai ficar para trás dentro da Siemens. Será o bye bye do IndustrialX que nunca ganhou a importância que merecia!
Em tempo, só tenho a agradecer a Ana Cristina, gerente de HMI da Siemens pelo brilhante trabalho que vem fazendo dentro da Siemens. Divulgando e remexendo esse mercado de HMI.
Ana, agora você tem um porsche na mão, só vai precisar saber pilotar. E você sabe, né? Precisou é só gritar. Ainda está valendo a aposta do Plant Intelligence?
Esperem, pois depois de agosto vou ter mais bala na agulha para falar do novo WinCC 7.0, DataMonitor, Connectivity Pack, Downtime Monitor, IndustrialDataBridge, etc, etc, etc, etc (cansei).
Eu só queria saber quem avalanca quem (PCS 7, WinCC e Flexible)!
Esses dias eu resolvi conferir um jogo de lotofácil que eu fiz acho que há uns 2 meses atrás. Não custa muito jogar, e vai que dá certo.
Ao começar a conferir o jogo, todos os 11 primeiros números eu acertei, o que me deixou excitado com a idéia de ser o próximo milionário, sendo que é necessário acertar 15 número de 25 possíveis para ganhar o jogo. Não preciso nem dizer, que os próximos números eu errei.
Fiquei com o consolo de ter ganho R$2,00, o que já cobriu a aposta.
Fiquei pensando se existia alguma fórmula matemática, algum algoritmo que pudesse me ajudar a ficar rico. Pesquisei no google, e vi exemplos de pessoas descrevendo alguns algoritmos, usos de data mining e por aí vai. Já que é possível, resolvi testar.
Primeiro baixei do site do govervo os resultados de todos os jogos até hoje, 18/01/2007, da Quina, Mega-Sena e Lotofácil. Depois foi só criar um programinha em VB que escolhesse os números para cada tipo de jogo e que relacionasse o jogo sugerido com todos os resultados do tipo de jogo selecionado.
O programa escolhe números aleatórios e números aleatórios dentro dos números que mais foram sorteados por tipo de jogo.
Resultado! É praticamente impossível acertar, a não ser que você faça o jogo de 15 números da Mega Sena, que custa a bagatela de R$7.500,00.
Faça você mesmo os testes. Mande um e-mail pra mim, que eu encaminho o aplicativo. Detalhe, ele tem 10Mb(devido as bibliotecas do VB, se você já tem elas instaladas, o arquivo necessário só tem 53Kb).
Com isso, é melhor você achar uma atividade que você goste e invista nisso. E esqueça essa coisa de loteria. Dentro da teoria da conspiração, esses jogos controlados pelo governo devem ser manipulados e só servem para lavagem de dinheiro. Risos.
Bom, pelo menos eu aprendi a usar o RecordSet de uma forma diferente.
Abraços,
Márcio Roberto
Pessoal,
Procurando um manual achei duas páginas que sempre me perguntaram se existiam, e eu nunca soube responder.
1. Vários vídeos explicativos do STEP7.
http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/21064133
2. Download do STEP7 demo (versão Lite)
http://support.automation.siemens.com/WW/view/en/22764522
Ambos as páginas estão na área de documentação da Siemens. Espero que possa ajudar as pessoas as desmitificar alguns mitos. Gostei muito do vídeo sobre a integração do STEP7 com as IHM/WinCC.
Não me perguntem as limitações do STEP7 Lite, pois não instalei, mas talvez seja mais seguro “brincar” com essa versão do que as versões do Astalavista ou do Emule.
Abraços,
Márcio Roberto
Pessoal,
Agradeço a todos que visitaram o blog e que muito me incentivaram em 2006.
Espero que 2007 seja para todos, um ano de conquistas e realizações, assim como 2006 foi para mim.
Abraços,
Márcio Roberto
Eu aprendei a não entrar em certas discussões. Times, Política, Religião e principalmente fornecedores de automação, principalmente se for do tipo quem é melhor que quem.
A última vez que participei de uma discussão como essa, foi mais para me divertir, mas como a coisa tomou outro rumo expus os meus pensamentos, tudo começou assim:
1. O Brasil, assim como qualquer outro país pode participar sim do desenvolvimento de qualquer produto, mesmo estado o staff de desenvolvimento em outros países. Existem diversos produtos que foram desenvolvidos em conjunto com as matrizes. O que acontece, é que eu já vi filiais brasileiras quebrarem a cara, reclamando que precisavam de desenvolvimento de produtos que atendam o mercado interno, e a matriz trucar, bancando o desenvolvimento e no final das contas, não sair nada, ou sair a mesma coisa que seria feita fora.
2. Pode ser que eu não tenha participado efetivamente do desenvolvimento de produtos da Siemens, mas já relatei alguns Bugs no WinCC, que foram corrigidos em Service Packs, com certeza outras pessoas também encontram essas falhas, agora o que muda é a posição do desenvolvedor. Tentar corrigir o problema com soluções caseiras, ou relatar o problema e assim participar do desenvolvimento e melhoria do produto. Na Netdel, nos desenvolvemos diversos módulos para a área de energia, principalmente com Siemens, e nós já vimos alguns destes módulos serem reutilizados em outras empresas.
3. Faço minhas as palavras de um integrador do interior de SP, que com muita propriedade, afirma que seus clientes estão procurando mais soluções baseadas em Siemens e outras ditas “caras” ou “inviáveis” em outras épocas, pois com a queda do dolar, a briga por competitividade, as empresas vêem estes investimentos como a solução para a sua subexistência e se manterem competitivas. Logo a balaça do custo-benefício tende a se tornar mais equilibrada. Tanto é que empresas nacionais estão sendo forçadas a implementar novas funcionalidades e melhorias em seus produtos. Posso estar dizendo besteira, mas a Atos implementando a 61131-3 nos seus CLPs, quer brigar por um mercado que não é dela, ou manter um mercado que pode estar sendo invadido por empresas de fora?
4. Em relação aos manuais em outros idiomas, apesar de não ter inglês fluente, não vejo problemas nisso. Como se explica o fato da Índia ser umas das maiores potências em software, e eles não falam inglês. Mercado Globalizado, ame-o ou deixe-o.
5. Desculpe, mas por força do hábito, todas as vezes que eu preciso de suporte da Siemens mando e-mail pra Alemanha, e em 5 horas no máximo, devido ao fuso, eles respodem a minha solicitação, e quase sempre resolvem de primeira. Sendo que as dúvidas mais rotineiras, a Siemens Brasil mantém o mesmo padrão de atendimento.
6. Todos são iguais perante a justiça e olhe lá. Comparar técnicamente CLPs de grande porte importados (independente de fabricante) com os CLPs nacionais é um absurdo, não existem comparações. E mesmo entre CLP importados a linhagem européia é diferente da linhagem americana.
7. Custo, no meu ver, que é bastante limitado por trabalhar com poucos sistemas restritos na área de energia, está deixando de ser o diferencial na hora da aquisição de novos sistemas.